O projeto pioneiro idealizado e desenvolvido pelo Sesc Ceará, instituição que integra o Sistema Fecomércio-CE, tem como objetivo promover a visibilidade e a valorização das comunidades litorâneas, que apresentam oficinas, vivências e histórias de vida durante os cinco dias de atividades.

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No Ceará tem índio sim! E são pelo menos 14 povos, do litoral ao sertão, que o Sesc reúne no Encontro Herança Nativa, além dos povos quilombolas e ciganos, culturas das serras, chapadas e sertões.

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CAMINHOS DOS POVOS DO MAR

Eusébio

Localizada entre os rios Pacoti e Coaçu, Eusébio tem em sua origem os povos Potyguara e Jenipapo-Kanyndé. Devido ao desenvolvimento da região, a cidade se tornou um pólo industrial na região metropolitana de Fortaleza.

Artesanias

– Arte de redes, labirintos e bordados;

Turismo

– Barra do Pacoti;

Pindoretama

Conhecida como capital da rapadura, pelos históricos engenhos, Pindoretama está localizada no litoral leste do Ceará, mas não possui nenhuma praia. Tem uma economia baseada no setor de serviços, indústria e agricultura.

Práticas Alimentares

– Produtos artesanais como doces, cajuína e cachaça;

Manifestações SocioCulturais

– Dança do Coco do Balbino, comunidade de Pratius;

Turismo

– Engenhos de cana-de-açúcar são cartão postal da cidade;

Fortaleza

Capital do Ceará, quinta maior cidade do Brasil, Fortaleza é um dos destinos mais procurados por turistas devido ao clima ensolarado na maior parte do ano, às belas praias, gastronomia e vida agitada. Terra de Rachel de Queiroz e da famosa Praia de Iracema, tem como principais atividades econômicas o comércio, turismo e a indústria.

Turismo

– Praia do Futuro, conhecida pelas barracas e noites de quinta-feira com caranguejadas e apresentações artísticas, também tem em sua história a relação dos pescadores artesanais com o mar;

– Mucuripe, lugar de pescadores artesanais, morada de barcos e jangadas, é um dos visuais mais bonitos da capital cearense;

– Barra do Ceará, bairro mais antigo da cidade é um patrimônio ambiental, histórico e humano. Local onde está situado o Marco Zero de Fortaleza e carrega em sua tradição a atividade dos barqueiros, jangadeiros e pescadores artesanais;

Manifestações Culturais

– Boi Ceará, difundido por Mestre Zé Pio, em Goiabeiras;

– Boi Juventude, brincadeira puxada por Mestre Ciro, na Vila do Mar, no Pirambu;

– Pesca artesanal, realizada por pescadores que carregam a tradição e enfeitam os mares da cidade;

– Corrida de Canoas, tradição na foz do Rio Ceará;

Consciência Ambiental

– Ecomunam, Escomuseu Natural do Mangue da Sabiaguaba, preserva a história natural com atividades ecológicas;

– “Educação do Olhar para o mangue: um projeto de Educação Ambiental”, leva jovens e visitantes a conhecer características desse ecossistema;

– Rede TUCUM, rede cearense de turismo comunitário, fomenta a atividade econômica através de planejamento e gestão socialmente responsável;

– Fragata Sesc Viva o Manguezal Vivo, atividade socioambiental no Rio Ceará, alerta para a preservação dos ecossistemas marinhos;

– Projeto Sesc Conversas Flutuantes, troca de experiências entre educadores sociais e públicos comunitários diversos e os barqueiros;

Paraipaba

Entre lagoas, rios, dunas e praias, o município é privilegiado com fortes ventos ideal para a prática de regatas e esporte a vela. Paraipaba tem o cultivo do coco como principal atividade agropecuária e se destaca como um dos maiores projetos irrigados do mundo.

Artesanias

– Bordados, atividade delicada desenvolvida tradicionalmente pelas artesãs locais;

Manifestações Culturais

– Dança do Coco de Rama, formado por pescadores e agricultores, reúne brincantes da comunidade de Rama, Praia da Lagoinha, Lagoa das Almécegas e da comunidade do Campo;

Práticas alimentares

– Cocada, típica na gastronomia da Lagoa das Almécegas;

Chaval

Situado entre monólitos gigantes, no extremo norte do Ceará, Chaval tem economia baseada no sal marinho, agricultura de subsistência, pecuária e piscicultura. As belezas naturais são o atrativo para o turismo no local que também é fortalecido pelos trabalhos artesanais.

Práticas culinárias

– Refogado de ostra, prato raro e tradicional no restaurante de Seu Tarcísio do Porto do Mosquito;

Barroquinha

Estado que liga os estados de Ceará e Piauí, Barroquinha é conhecida pela bela praia de Bitupitá e pelos estaleiros de peixe seco. Tem a pesca da lagosta e do camarão como principal atividade econômica.

Práticas Alimentares

– Moqueca de caranguejo, comida típica do povo dos mangues, receita típica em Bitupitá;

Manifestações Culturais

– Técnica tradicional de currais artesanais para captura de pescado, ensinada para futuras gerações pelo Mestre Zé Tuda;

– Construção de barcos, canoas, botes e utensílios em madeira, desenvolvidas pelos Mestres Damázio Rocha e Parceiro em Bitupitá;

– Mestre Jonas Ferreira, legítimo representante dos povos do mar, exemplo de conhecimento e resistência no litoral oeste cearense;

Camocim

Manguezais e ilhas se estendem ao longo de 20 km de litoral, Camocim tem natureza propicia para passeio de barco e prática de esportes náuticos. Cidade centenária, é um dos principais polos pesqueiros do Ceará e terra originária de várias etnias indígenas como Tremembé, Tabajara, Jurema, entre outros.

Artesanias

– Produtos feitos de conchas, búzios e escamas de camurupim, técnicas defendidas por artesãs locais como Hercília Santos, Francisca Emília Sales Arcanjo e Maria Cleiciane Ricardo Irineu;

– Rede de tucum desenvolvidas por Dona Nelsa Arcanjo;

Práticas Alimentares

– Rosca de Leilão, comida tradicional de quermesses, especialidade de Zé Raimundo;

– Rosinha Bolos, autoridade na arte da gastronomia regional e natural, já venceu dez competições com suas receitas;

Jijoca de Jericoacoara

Tem como principal atração natural, a Praia de Jericoacoara, Parque Nacional e Área de Preservação Ambiental, eleita consecutivas vezes como uma das mais belas praias do mundo. Jijoca tem o turismo como principal fonte de renda, além de condições climáticas favoráveis para a prática de esportes.

Artesanias

– Crochê, desenvolvido na Associação Mundo Jeri;

Práticas Alimentares

– Torta de Banana, receita famosa da Dona Maria do Bolo;

– Caxixe com fibras naturais de vine;

Cruz

Situada na área dos índios Tremembé, a cidade tem sua economia concentrada na agricultura, pecuária e no comércio. Cruz tem uma única praia, chamada Praia do Preá, com forte atração para o turismo de esporte como kitesurf e windsurf. Uma importante voz na comunidade é Carlos Dias dos Santos, presidente da Colônia Z-22.

Artesanias

– Renda, crochê, bordados, redes de dormir e de pescar;

Práticas Alimentares

– Pescados e crustáceos;

– Farinhadas de farinha puba, apreciada por pescadores e moradores;

Acaraú

Localizada a 238 km de Fortaleza, a cidade tem rica diversidade natural com praias, lagoas, ilhas e o rio Acaraú. Tem a pesca como base de sua economia e é o maior produtor de lagosta do Brasil.

Artesanias

– Arte com conchas e búzios, típicas da comunidade de Cauassu;

Práticas Alimentares

– Ensopado de sururu, prato típico dos mangues, é alimento e renda da comunidade de Cauassu;

Manifestações Culturais

– Festa do Camarão que atrai visitantes nacionais e internacionais em outubro para a região;

Itarema

Com destaque pelas belas praias, Itarema era inicialmente habitada pelos índios Tremembé, tendo sido lar para missões jesuítas de catequização. A cidade litorânea tem na agricultura sua principal atividade econômica.

Manifestações Culturais

– Dança do Coco em Almofala, puxada pelos Mestres Cacique João Venança e Pajé Luis Cabôco;

– Grupo de mestres raizeiros guardiões da religião dos Encantados;

– Medicina tradicional Tremembé, associa o uso de ervas e plantas ao canto e à dança;

Amontada

Território que fazia parte das terras dos povos Tremembé, Amontada está localizada às margens do rio Aracatiaçu e possui praias quase inexploradas como Icaraí de Amontada, Moitas e Caetanos. Abençoada pelos bons ventos, cedeu espaço para parques eólicos que geram energia renovável.

Práticas Alimentares

– Cambica de batata doce e caldo de peixe com macaxeira, receitas de herança indígena e quilombola, na região de Caetanos de Cima;

Manifestações Culturais

– Dança de Coco de Caetanos de Cima, intergeracional, brincadeira reúne homens, mulheres e crianças;

– Turismo Comunitário em Caetanos de Cima valoriza a cultura dos povos do mar;

– Regata de Canoas na praia de Caetanos realizada após o réveillon no dia 1º de janeiro, Regata de Canoas de Icaraí e Festa de Nossa Senhora da Conceição;

Artesanias

– Bonecas de Pano, artefato da cultura infantil, materializam pessoas pautadas na diversidade étnica e social;

– Remendos em redes de pesca e caçoeira;

Itapipoca

Conhecida como região dos três climas, por ter praias, serra e sertão, Itapipoca foi habitada por diversos povos indígenas, entre eles Tremembé e Anacé. Seu litoral tem 25 km de extensão e tem na Serra um local favorável para os esportes radicais. O sítio paleontológico e arqueológico da região é patrimônio da humanidade.

Práticas Alimentares

– Ensopado de polvo ao vinho com arroz branco é um prato típico da Praia da Baleia e do Sítio São José;

Artesanias

– Renda de Bilros, feitas pelas artesãs locais;

Manifestações Culturais

– Forte presença da cultura indígena Tremembé com Rezo Tremembé, brincadeira mantida nas comunidades de Buriti e São José, Casas de Farinha, Festa de Murici e do Batiputá;

Trairi

Em seu livro Iracema, o escritor José de Alencar descreve Trairi como terra dos índios Potyguara, cujo nome representa a abundância das saborosas traíras. Tem uma rica variedade de manifestações artísticas e culturais, que complementam as belezas naturais de praias, dunas e lagoas.

Artesanias

– Território das Rendas de Bilros, tradição que une mulheres ao redor de almofadas, localizado nas regiões de Canaã, Timbaúba e Mundaú;

– Arte da talha em madeira, esculturas em troncos e raízes de coqueiros, feitas por Natanael na praia de Guajiru;

– Arte Canção, coletivo de artesãos da praia de Flecheiras, que fazem lustres e outros objetos domésticos com escama de cumurupim e quenga de coco;

– Reciclagem com garrafas PET, na praia de Guajiru;

– Associação VIDARTE, mantida por Maria das Graças e seu Abel, onde partilham uso das plantas locais e difundem artesanato;

Práticas Alimentares

– Tapiocas, broas, bolos de carimã e biscoitos produzidos pela Mestra Rosa na comunidade do Alagadiço;

– Produção de alimentos com algas comestíveis cultivadas na praia de Flecheiras, núcleo referencia das algas;

– Casa das Tapiocas, assadas tradicionalmente na pedra pela Mestra Helena, unidas ao café na quenga do coco ralado pelos Mestres Egídio e Nelão, na praia de Guajiru;

Manifestações Culturais

– Dança do Coco de Lagoa, acompanhada do triângulo, pandeiro, ganzá e caixão, é puxado tradicionalmente pelo Mestre Moisés, na localidade de Alagadiço de Canaã;

– Festa do Coco, Festa do Caju, Festival do Camurupim e Festival das Algas;

– Produção de algas para multiplicação dos peixes, a exemplo do trabalho feito pelo Mestre Eridan, um dos principais produtores do Ceará, na praia de Flecheiras;

Paracuru

Território desmembrado de Trairi, possui 20 km de litoral com um rico e diverso ecossistema. Paracuru conta com natureza propícia ao lazer e turismo de aventura, além de apresentar uma gastronomia baseada nas maravilhas do mar.

Manifestações Culturais

– Carretilhar, deslizar sob as ondas, atividade realizada por pescadores artesanais, que se assemelha ao surf, utilizando tábuas, pranchas, jangadas, botes, paquetes, entre outros;

– Ecosurf, prática difundida na região por Mozart;

Práticas Alimentares

– Lagosta, camarão e pescado são abundantes na região;

São Gonçalo do Amarante

Contemplada pelas praias da Taíba, Pecém e Colônia, São Gonçalo do Amarante carrega o nome do padroeiro e está localizada em uma região privilegiada com lagoas, dunas e mar.

Práticas Alimentares

– Peixe assado na quenga do coco, apresentada pelo Mestre Tibaia, na praia da Taíba;

– Basquetada: prática tradicional de pescadores que cozinham peixe com farinha à beira da praia;

Artesanias

– Talos de carnaúba, produzida pelo Mestre Benedito na Praia da Taíba;

Manifestações Culturais

– Dança de Coco do Pecém, brincadeira de pescadores praticada também por mulheres e crianças;

– Dança de São Gonçalo;

– Jogo de “Confragação”, tradicionalmente praticado por pescadores no Pecém;

– Reisado Metamorfose do Sertão;

– Boi Lagoa Nova e Boi dos Espinhos;

Caucaia

Cidade abençoada por três climas, Caucaia tem em sua história fortes raízes e presença de quilombos e povos indígenas como Anacé e Tapeba. Atualmente, atrai muitos turistas em suas praias propicias à prática esportiva. Tem diversas expressões artísticas desenvolvidas de forma artesanal.

Artesanias

– Papéis artesanais com fibras regionais como bananeira, aguapés e espada de São Jorge, além de pães caseiros, desenvolvidos pelos artistas plásticos, Júlio Silveira e Lana Guerra, em Iparana;

– Trançado em arte de carnaúba, arte de empalhar garrafas, bonecas de pano, entre outras, produzidas na comunidade Guaé;

– Tempero caseiro com o fruto de urucum, óleo de coco, sabonete de ervas feitos na comunidade de Barra Nova;

– Ervas medicinais, xampu de babosa feitos na comunidade de Pacheco;

– Crochê no Conjunto Jardim Icaray, feito pela Dona Iracema;

Manifestações Culturais

– Projeto Maria Vem com as Outras e Maracatu Nação Caiçara que promovem atividades culturais para crianças e adolescentes na comunidade do Boi Choco;

– Macaúba do Bandolim, músico que recebeu o título de “Tesouro Vivo da Cultura”, reconhecido pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará;

– Dança da Ciranda de Caetanos de Capuan agrupa mulheres e crianças;

Consciência Socioambiental

– Projeto Sesc Horto Comunitário, realizado na Colônia Ecológica Sesc Iparana, valoriza e difunde saberes e práticas comunitárias tradicionais integrando as pessoas por meio de plantas e ervas medicinais;

– AQUASIS, Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos em Iparana, organização não governamental sem fins lucrativos que, em parceria com o Sesc, busca a conservação da fauna local;

Comunidade Quilombola

– Povos tradicionais e originários já somam dez grupos, sendo eles: Serra de Juá, Porteiras, Boqueirão de Arara, Caetanos de Capuan, na BR222, e Cercadão dos Dicetes, na região Praia, certificados pela Fundação Cultural Palmares; Cercadão/Camará, Serra da Conceição e Deserto, na BR222, e Serra da Rajada, na BR020, ainda não certificados;

– Caravana Cultural Quilombola de Caucaia promove o fortalecimento e a construção de pertencimento afroquilombola com os povos locais;

– Receitas locais tradicionais: cuscuz, tapioca, quibebe, aluá, baião de dois e bolos;

Povos Indígenas

– Anacé: tradicionais farinhadas coletivas e Dança de São Gonçalo, praticada ao som do realejo do Mestre Antônio Freire de Andrade, na comunidade de Matões;

– Tapeba: biojoias, artesanato a base de sementes e fibras nativas, além de pintura corporal típicas do grupo, próximo ao bairro de Capuan;

-Associação dos Professores Indígenas Tapeba (APROINT), que realiza Feira Cultural Tapeba, Jogos Indígenas Tapeba e Festa da Carnaúba no Terreiro Sagrado do Pau Branco, dentro da Aldeia Lagoa Tapeba II;

Aquiraz

Localizada a 32 km de Fortaleza, Aquiraz é conhecida como a “primeira capital do Ceará, por ter sido a primeira vila de Capitania, ainda em 1699. Com um litoral abençoado de 30 km de extensão, o município tem como principais atividades econômicas turismo, agropecuária e indústria.

Práticas Alimentares

– Broas, biscoitos e bolinhos, iguarias tradicionais feitas a partir da batata de mandioca;

– Cará-Picu e Saúna com baião de dois, tradicionais na Praia do Batoque;

Artesanias

– Trabalho com cipó;

– Exposição de rendas da Prainha, entre bordados e rendas de bilros, passando a tradição de geração em geração;

Manifestações Culturais

– Diversidade étnica preservada pelo Povo Jenipapo-Kanindé, que vive em comunidades próximas à Lagoa da Encantada, Praia do Iguape;

– Grupo de Coco Raízes do Iguape do Mestre Chico Cassueira e Grupo de Coco Raízes do Iguape do Mestre Raimundo Cabral, prática entre pescadores atravessa gerações com elementos indígenas e africanos;

Cascavel

Situada às margens dos Rios Choró e Piranji, Cascavel tem como principais atividades o turismo, a pesca e o comércio, promovendo a segunda maior feira livre do Brasil. A região, que foi habitada por diversas etnias indígenas como os Potyguara, Jenipapo-Kanindé, Anacé, Jaguaribara, entre outros, também tem o artesanato como forte destaque econômico e referência cultural.

Práticas Alimentares

– Festival da Sardinha, tradicional regata realizada no mês de setembro, reunindo famílias para receber os pescadores voltarem do mar com sardinhas e promover uma grande festa;

Artesanias

– Arte de construir artefatos e movelaria com trançado do cipó, fortes na comunidade da Bica;

– Renda, um forte atrativo desenvolvido nas praias da Caponga e Barra Nova, na comunidade de Balbino;

– Cerâmica, em cujo processo os homens colhem e queimam o barro, jovens amassam e as mulheres modelam, formando uma linha produtiva que sustenta famílias no povoado de Moita Redonda;

Social

– Grupo Uirapuru – Orquestra de Barro, promove a continuidade da cultura do barro na comunidade de Moita Redonda, utilizando instrumentos confeccionados a partir de materiais extraídos da natureza;

– Surf na Escola, projeto que ensina crianças e jovens a prática esportiva na Praia da Caponga;

Turismo

– Rota do Caminho do Barro, percurso que promove experiências terapêuticas aos turistas com a utilização do barro;

Fortim

Embora tenha apenas 26 anos de emancipação política, Fortim carrega no nome as marcas seculares do povoamento da região por meio da criação temporário do Fortinho para abrigar tropas no período colonial. Abençoada com uma grande diversidade de fauna e flora, oriundas do encontro entre Rio Jaguaribe, mar e mangue, tem na pesca o principal meio de subsistência.

Cultura

 – Bumba-meu-boi, tradicional festa popular da Praia de Pontal de Maceió, que envolve teatro, dança, música, entre outras artes;

Práticas Alimentares

– Mariscada, tradicional prato da culinária nativa da Barra do Rio Jaguaribe, desenvolvida através da prática extrativista por mulheres em busca de ostras, búzios, caranguejos e sururus para complementar renda familiar;

Icapuí

Localizada no ponto mais oriental do litoral cearense, a 204 km de Fortaleza, já na divisa com o Rio Grande do Norte, Icapuí é banhada por tradições, bravura e belezas naturais.

Práticas Alimentares

– Festival da Lagosta;

– Famosas moquecas de búzios, siri e arraia da Barraca do João Velho, na Praia da Requenguela;

– Barraca da Boneca, na Praia da Redonda, e Barraca da Macura dos Crispim, na Praia de Ponta Grossa;

Artes

– Teatro de Bonecos nas comunidades de Berimbau e Ibicuitaba, com o Mestre Gilberto Calungueiro e seu filho, Marquinho Calungueiro;

– Reggae dos nativos da Redonda como a Banda Maresia e a Banda Infantil Katamar;

– Teatro da Luana Oliveira e Teatro de Praia de Quitérias;

– Aplicações em tecidos com fibras naturais do coco feitas pelo grupo “Mulheres Costurando com Arte”, da comunidade Olho D’agua;

Economia Sustentável

– Projeto “Mulheres de Corpo e Algas”, que produzem pizza, sabonete e outros produtos, utilizando macroalgas marinhas;

– Criação de abelhas Jandaíras;

– Produção de mudas de mangue;

– Trabalho organizado do Turismo de Bases Comunitárias;

– Representante local, Eliabe Crispim, na Praia de Ponta Grossa;

Conservação Ambiental

– Estação Ambiental Mundo Pequeno, integrante da Fundação Brasil Cidadão;

– Associação ARATU de Proteção aos Ecossistemas Costeiros;

Beberibe

Entre dunas, falésias, coqueirais, rica vegetação, fontes naturais e mar de água límpidas, Beberibe foi pioneira no turismo comunitário e sustentável através da Reserva Extrativista da Praia do Canto Verde, por meio da rede TUCUM. Localizada a ssa biodiversidade privilegiada teve como primeiros habitantes os povos Potyguara.  

Manifestações Culturais

– Arrasto de Papangus, também conhecida como Festa de Judas, na qual homens se vestem com palhas de bananeira e máscaras artesanais, saindo pelas ruas no período da Semana Santa. Forte tradição na Prainha do Canto Verde e no Distrito de Caetanos;

– Teatro de Bonecos, representado por Mestre Zé Doido ou Zé Galinha, que é Mestre de Calungas e comediante tradicional da comunidade de Parajuru;

Artesanias

– Arte de areias coloridas em garrafas, típica na Praia de Morro Branco;

Aracati

Fundada em 1747, Aracati carrega em sua história momentos que se misturam com a história do Brasil, tendo sido berço
de grandes personalidades como Adolfo Caminha, Dragão do Mar e Emiliano Queiroz. A cidade, localizada a 150 km de Fortaleza,
tem no turismo uma das principais fontes de sua economia, motivada pela riqueza natural de suas terras e cultural de
seu povo.

Práticas Alimentares

  • – Pastel de Arraia, símbolo da praia de Canoa Quebrada, é um conhecido sabor cearense que ganhou o mundo;
  • – Cocadas Tradicionais da Praia de Quixaba;

Artesanias

  • – Labirinto, técnica híbrida entre a renda e o bordado, desenvolvido na Praia da Majorlândia e na Comunidade Quilombola
    do Cumbe;
  • – Arte de areias coloridas em garrafas, criada por Dona Joana, moradora da Praia de Majorlândia em meados de 1930;
  • – Flores a partir do Canuto, baseado em tons e matérias-primas naturais coletadas na região do Cumbe;
  • – Arte em diversos tipos de esculturas, utilizando a fibra de Coco Pêco;
  • – Palha de Carnaúba, na comunidade de Cabreiro, transforma a matéria- prima em bolsas, boleira, chapéus e o que
    mais o cliente solicitar;

Manifestações Socioculturais

  • – Grupo Tradicional Filhos de Quixaba desenvolve a manutenção das festas populares como Reisado, Caninha Verde,
    entre outras;
  • – Danças do Coco de Roda, tradição híbrida que une traços indígenas, africanos e europeus (Coco da Majorlândia,
    Coco de Canoa Quebrada e Coco de Quixaba);
  • – Brigada da Natureza, voltado para crianças, realiza atividades sócio- artístico-culturais no contexto da Preservação
    Ambiental, feito pela AQUASIS;
  • – Teatro empanado, conhecido como Calungas do Cumbe;

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